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Artigos - Pelvic Floor Muscle Training and Erectile Dysfunction in Radical Prostatectomy: A Randomized Controlled Trial Investigating a Non-Invasive Addition to Penile Rehabilitation


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O câncer de próstata é um dos mais diagnosticados em homens em todo o mundo e as estimativas é que 97% desses pacientes sobrevivam nos primeiros 5 anos. Como efeitos colaterais dos tratamentos, incluindo a prostatectomia radical, a literatura aponta prejuízo na qualidade de vida desses pacientes e prejuízos de funções biológicas que resultam em incontinência urinária, disfunção erétil e climatúria (perda de urina durante as relações sexuais).

O tratamento das queixas sexuais em homens pós prostatectomia incluem abordagens medicamentosas e tratamentos conservadores a exemplo do treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) e reabilitação peniana. Os protocolos de TMAP para disfunção erétil são diversos e seguem a mesma linha de raciocínio dos protocolos para o tratamento de incontinência urinária. As evidências ainda são limitadas e este grupo de pesquisadores objetivou avaliar dois protocolos de TMAP, com volumes e dosagens de exercício diferentes, na qualidade de vida e disfunção erétil (DE).

Trata-se de um Ensaio clínico de superioridade com dois braços paralelos realizado com 97 participantes randomizados em dois grupos. GCU (grupo de cuidados usuais) e GAI (Grupo alta intensidade). Ambos os grupos realizaram 2 sessões de TMAP supervisionada por fisioterapeuta, com duração de 30 minutos, 5 semanas antes da realização da prostatectomia. Após esse período pacientes do GCU foram orientados a realizar em casa, 30 contrações diárias (3 séries de 10 contrações com manutenção de até 10 s e igual tempo de descanso). O grupo GAI foi orientado a realizar 120 contrações por dia ( 6 séries de 10 contrações tônicas 10” de sustentação e 6 séries de 10 contrações fásicas1” ). Após a retirada do cateter, os pacientes continuaram os protocolos diários de exercícios até a 12ª semana pós prostatectomia. No período pós-operatório inibidores de fosfodiesterase-5 foram prescritos para todos os pacientes.

Os pacientes incluídos no estudo possuíam idade média de 63 ± 7 anos, IMC = 25.4 kg/m2, Escore de Gleason 7, e em sua maioria estadio T2c. O protocolo de TMAP de Alta intensidade não demonstrou superioridade estatisticamente significativa em relação ao protocolo de TMAP considerados habituais, para o escore total do EPIC (Expanded Prostate Cancer Index Composite for Clinical Practice), escore do domínio de disfunção erétil do EPIC, bem como nos escores totais do Índice Internacional de Função Erétil (IIFE). Contudo o protocolo de TMAP com alta intensidade demonstrou ganhos significativos em todos os momentos avaliados (2, 6 e 12 semanas após prostatectomia) na velocidade e endurance dos músculos do assoalho pélvico, avaliados por meio de ultrassonografia.

Em conclusão os autores afirmam que uma maior dosagem de TMAP não oferece benefícios imediatos na recuperação da função erétil de homens pós-prostatectomizados, embora melhore os parâmetros dos músculos do assoalho pélvico e por isso podem ser utilizado como um recurso adicional da reabilitação peniana nessa população.  

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